
Sábado, 08 de agosto · 9h
Vagas limitadas
É promessa de início de escuta: um encontro vivencial pra perceber como o seu corpo expressa as emoções, os limites, os cansaços e os desejos que a sua mente tenta controlar. Você sai de lá ouvindo uma conversa que sempre esteve acontecendo dentro de você.
Uma conversa de abertura sobre como o corpo guarda as nossas histórias: tensões, respiração, emoção.
Práticas simples de presença: pés, pernas, eixo. Sentir que
o chão sustenta.
Perceber onde ela encurta, onde o corpo segura e onde ele pode
começar a soltar.
Experimentar dizer sim e dizer não com o corpo,
ocupar espaço, perceber força e suavidade.
Fechar registrando o que apareceu, com perguntas pra
levar pra casa.
Ninguém é obrigado a falar. Ninguém é exposto. Ninguém mexe onde você não abrir. Não precisa de experiência, não precisa ser flexível, não precisa saber meditar, nem saber nomear o que sente.
Nunca pisou numa terapia ou faz análise há anos e sente que
falta o corpo entrar na conversa.
• Se acha "travada demais", "dura demais", "racional demais pra essas coisas".
• Chora fácil e tem medo de chorar lá, ou não chora nunca, e às vezes queria.
• Dá conta de tudo, menos de você.
Não existe jeito certo de chegar. Vir já é o trabalho.
Terapeuta Corporal e Designer de Conexões. Trabalho com o que o corpo guarda: a emoção que ficou presa no ombro que não desce, na mandíbula que aperta, na respiração que encurta toda vez que alguém pergunta "tudo bem?" e você responde que sim. Sou mulher, lésbica e de axé. Aprendi que corpo é território, que território é político, e que ninguém sustenta a própria história sozinha. Eu sou porque nós somos. Atendo no Rio de Janeiro e online. E se você leu até aqui, já leva de brinde a pergunta que eu mais faço na vida: Onde você sente isso no corpo?
Local: Rua Barão de Santo Ângelo, 83 - Engenho de Dentro - Rio de Janeiro - RJ
Data: Sábado, 08 de Agosto de 2026
Início: 9h da manhã (chegue 15 minutos antes)
Investimento:
Podendo parcelar no cartão de crédito em até 3x
Vai. As práticas são simples: sentir os pés, respirar, perceber. Não existe jeito errado de sentir o próprio corpo.
Não. Ninguém é obrigado a falar em momento nenhum. O trabalho é no corpo.
Chorar é bem-vindo, e não chorar também. O encontro acolhe o que vier e não força o que não vier.
Pode e é ótimo. Vir acompanhada é meio caminho andado.
Reserve a manhã do sábado. O encontro tem começo, meio e fim cuidados, sem pressa.
Vai, mas ainda sem data. Entra na Roda (nossa comunidade gratuita) que você fica sabendo primeiro.